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Bridging Dance and Health in Brazil II: Raising Awareness

Posted By Clara Fischer Gam, Wednesday, February 24, 2016

This is the 2nd installation of a post series about the opportunities and challenges of Dance and Health in Brazil - taking the perspective of our fellow Brazilian IADMS members. In a previous post we started delving into the sector of Dance Medicine and Science in this country, a field still in its infancy. Today I am bringing to you a byte-sized overview of our current issues and aspirations to reach information accessibility and community engagement in Brazil. 

 


 

One of the main challenges we face nowadays is access to information on Dance and Health to the Brazilian community. Accessibility is key not only for enabling the daily use of dancers, dance teachers and choreographers at their work settings but also for raising awareness of the larger community about the needs of this sector.

 

 “There is a lot of room for improvement on information accessibility in Brazil”, attests Dr. Aline Haas, IADMS member and Dance Professor at UFRGS, South Brazil. Flora Pitta, also one of our members, who is a performing dancer and physiotherapist in the city of São Paulo shares the same opinion: “Apparently, institutions such as the Dancers’ Labour Union do not hold any booklets about dance injuries and prevention. Unfortunately, there is a lack of resources about health and wellbeing”.  It seems that most of our members take that as an important concern, as the majority of resources available were gathered in the Global North countries and are mainly written in English.

 

Considering that the implementation of public policies regarding healthy dance practice have become a hot topic within the dance sector in this country, research-based information on aspects of dance training and performance could play an important part in this process. It is worth noting that dance was only recently added to the political agenda in Brazil. Although civil organizations have been taking action for some time, laws concerning regulation of the career in dance are still proceeding to approval. Therefore, up to date knowledge could frame and legitimate the discourse for developing such policies – possibly speeding up the process.

 

What about national policies that specially safeguard dancer health and wellbeing? I wonder how far we are from establishing initiatives that could be applied nationally, such as into the Brazilian Health System (SUS). “Currently, projects of this kind come either from private institutions or from an individual’s initiative”, attests our IADMS member, Professor Claudia Daronch from UFRGS, South Brazil. “However, the fact that we are about to legally regulate the dance profession represents the first step for addressing dancer’s health in the political realm”. Another IADMS member, Dr. Adriano Bittar, physiotherapist at Quasar Dance Company and Professor at UEG in the Midwest lands agrees with that statement: “It definitely opens up the space for creating health related policies tailored to this professional.” He has been taking part in the debates at the Forum Nacional de Dança, a civil association that plays an important role in advocating for dance, “I am hoping to bring this topic to the table soon”. 

 


 

At the present moment, it is worth questioning ourselves with regards to how we could help inform the Brazilian dance community and serve its various needs. “To encourage public policies it would be important to have larger studies with nationwide samples that could show a more comprehensive perspective about Dance and Health in Brazil”, says member Dr. Bittar. Barbara Pessali Marques, Brazilian member, founder of the Bastidores Centre for Dance Conditioning and current PhD student at Manchester Metropolitan University, claims that “We need people working on research dissemination and accessibility for the dance professionals. This is certainly something I am pursuing with my work”.

 

It is about time for the Brazilian Dance sector to have the opportunity to see itself from inside out. As Dance Medicine and Science professionals serving the art form in this country, it is part of our job - and responsibility - to share this knowledge with our community.

 

Watch for the next installation of “Bridging Dance and Health in Brazil”!

 

The Brazilian members of IADMS are:

 

-          Adriano J. Bittar Sr

-          Aline N. Haas

-          Bárbara P. Marques

-          Clara Fischer Gam

-          Claudia Daronch

-          Daisy M. Machado

-          Flora M. Pitta

-          Izabela L. Gavioli

-          Kaanda N. Gontijo

-          Marcia Leite

-          Mariana G. Bahlis

 

Join us on our Facebook group “Dance Science Brasil”!

 

Clara Fischer Gam, MS

MSc Dance Science | BEd Dance | Pilates Instructor

Rio de Janeiro – Brazil
clara.figa@gmail.com

www.clarafischergam.com

 

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Integrando Dança e Saúde no Brasil, Parte II: despertando a consciência

 

Esta é a segunda parte de uma série de postagens sobre as oportunidades e desafios da Dança e Saúde no Brasil, escrita a partir da perspectiva dos nossos membros brasileiros da IADMS. Em uma postagem anterior, começamos a investigar o setor de Medicina e Ciência da Dança no país, um campo ainda em desenvolvimento. Hoje, trago para vocês um pouco do quadro geral quanto aos nossos problemas e aspirações atuais na busca por acessibilidade de informação e engajamento da comunidade no Brasil.

 

Um dos principais desafios que enfrentamos hoje em dia é o acesso à informação sobre Dança e Saúde para a comunidade brasileira. A acessibilidade é fundamental não só para possibilitar que bailarinos, professores de dança e coreógrafos possam aplicar esse conhecimento em seus ambientes de trabalho, mas também para despertar a consciência da comunidade em geral sobre as necessidades desse setor: "Sem dúvida, tem muito trabalho a ser feito quanto à acessibilidade à informação no Brasil", afirma Dr. Aline Haas, membro da IADMS e professora de Dança da UFRGS, em Porto Alegre.

 

A bailarina e fisioterapeuta Flora Pitta, um de nossos membros em São Paulo, compartilha da mesma opinião: "Aparentemente, instituições como os sindicatos de Dança não possuem nenhum folheto informativo sobre prevenção de lesões. Infelizmente, há uma falta de material disponível sobre saúde e bem-estar". A maioria de nossos membros observa essa situação com preocupação, já que boa parte dos materiais disponíveis foram elaborados na Europa e nos Estados Unidos, tendo assim adotado a língua inglesa como principal idioma das publicações.

 

No presente momento, a implementação de políticas públicas para a regulamentação da carreira de bailarino no Brasil vem aos poucos despertando discussões em saúde dentro do setor da Dança. Nesse contexto, as evidências científicas sobre as demandas do palco e as necessidades do corpo do bailarino podem desempenhar um papel importante nesse processo. Vale a pena notar que apenas recentemente a Dança foi adicionada à agenda política brasileira. Embora as organizações civis venham militando pelos direitos do setor da Dança há um tempo considerável, as leis relativas à regulamentação da carreira ainda estão em processo de aprovação. Portanto, as informações provenientes do corpo de conhecimento atual da Ciência e Medicina da Dança poderiam ser utilizadas para legitimar e fortalecer o discurso quanto à relevância de tais políticas - possivelmente acelerando o processo de implementação.

 

Mas, qual é a situação atual quanto ao desenvolvimento de políticas nacionais que especificamente resguardem a saúde e bem-estar do bailarino? Eu me pergunto o quão distante estaríamos de implementar iniciativas pela saúde a nível nacional que poderiam, por exemplo, ser aplicadas no Sistema Único de Saúde (SUS): "Atualmente, projetos que rodeiam esse tema costumam vir de instituições privadas ou de iniciativas individuais", observa outro membro da IADMS, a professora Cláudia Daronch, da UFRGS. Cláudia ainda completa: "No entanto, o fato de que estamos prestes a regulamentar legalmente a profissão de Dança representa o primeiro passo para abordar a saúde do bailarino na esfera política". Dr. Adriano Bittar, membro IADMS, fisioterapeuta da Quasar Companhia de Dança e professor da UEG, em Goiânia, concorda com essa afirmação: "Definitivamente isso vai criar espaço para que sejam pensadas políticas relacionadas à saúde deste profissional." Ele tem participado dos debates do Fórum Nacional de Dança, associação civil que desempenha um papel importante na militância da Dança, e afirma: "Tenho o objetivo de trazer esse tema para discussão em breve".

 

Tendo em vista esse quadro atual, vale a pena nos questionarmos: como poderíamos auxiliar o processo de informar a comunidade brasileira da Dança e cobrir suas diversas necessidades? "Para incentivar a criação de políticas públicas seria importante ter estudos com amostras maiores de todo o país. Assim, teríamos uma perspectiva mais abrangente sobre a Dança e a Saúde no Brasil", diz nosso membro Dr. Bittar. Bárbara Pessali Marques, membro brasileiro, fundadora do ‘Bastidores Centro de Treinamento’ e doutoranda na Manchester Metropolitan University, afirma que: "Precisamos de pessoas trabalhando para a disseminação e acessibilidade de evidências científicas para os profissionais de Dança. Isso é certamente algo que venho buscando na minha prática".

 

Já é hora do setor da Dança no Brasil poder se ver de dentro para fora. Como profissionais da Ciência e Medicina da Dança a serviço da arte, é parte do nosso trabalho - e de nossa responsabilidade - compartilhar esse conhecimento com a comunidade.

 

 

Fique ligado, em breve estará no ar a próxima edição do “Integrando Dança e Saúde no Brasil”! 

 

- Junte-se a nós no Grupo “Dance Science Brasil”!

 

- São membros brasileiros do IADMS:

 

Adriano J. Bittar            

Aline N. Haas            

Bárbara P. Marques            

Clara Fischer Gam  

Cláudia Daronch         

Daisy M. Machado            

Flora M. Pitta            

Izabela L. Gavioli            

Kaanda N. Gontijo            

Marcia Leite            

Mariana G. Bahlis    

 

Clara Fischer Gam, Mestre em Ciência da Dança

Licenciada em Dança

Administradora do grupo Dance Science Brasil

Co-fundadora do Corpos Aptos, Gestos Livres

Rio de Janeiro – Brazil 

clara.figa@gmail.com

www.clarafischergam.com

 


Tags:  Brazil  education in motion  teachers 

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Bridging Dance and Health in Brazil, Part I: The early steps of an emerging field

Posted By Clara Fischer Gam, Tuesday, January 26, 2016

In 2016, all eyes are on Brazil - country that will be hosting the Olympic Games this year. Inspired by this vibrant atmosphere, today we start a post series about the opportunities and challenges of Dance and Health in Brazil – from our members’ perspective!

 


A Brazilian myself, I’ve recently returned to my country after a year and a half in Britain. Having experienced a bit of Dance Science at Trinity Laban and engaged with its community, I arrived back aiming to sense the field in Brazil and readily get involved.

 

If Dance Medicine and Science is in its early stages above the Tropics, it is no surprise that Brazilians are still forging the field. There are about a dozen IADMS members in Brazil. Among us there are Dancers, Researchers, Dance Teachers, Physicians, Physical Educators and Physical Therapists spread across the country.

 

Although there is interesting work being published, not much research has been undertaken in the realms of Dance Medicine and Science in this land. “Looking for references in Dance, I found that less than 5% of the studies listed were related to Dance Medicine”, says our member Dr. Izabela Lucchese Gavioli, rheumatologist, Dance professor at UFRGS and sports medicine specialist in South Brazil.

 

“Unfortunately, there is a lack of research in injury prevention and performance enhancement”, states another Brazilian member Barbara Pessali Marques, physical educator and founder of the Bastidores Centre for Dance Conditioning, located South East Brazil. Like me, Barbara felt the need to leave the country for expanding her knowledge of the field. Now, she is developing a doctoral research at Manchester Metropolitan University and looks forward to bring fresh learning home. 

 

Feeding a field of knowledge in its infancy, we face many challenges for achieving legitimacy and acceptance. “At the universities, in the dance departments, the same debate persists as to whether dance should be part of the PT or PE departments”, states IADMS member Adriano Bittar, physiotherapist for Quasar Cia de Dança and Dance professor at UEG, Midwest Brazil. “There is no doubt that Dance should have an autonomous department, and remain a field in itself. But I feel that these out-of-date conflicts end up diminishing interaction with other fields and mainly suppressing important discussions such as dancer’s health”. Resistance can also be found in other parts of the dance sector, Dr Gavioli suggests that “It’s a matter of conflicting ideologies; people tend to think about dance science as rough and hard, which pejoratively labels knowledge that can be extremely useful to the dance professional”. 

 

We all know that issues of this kind resonate with Dance Medicine and Science worldwide, however in a country where most Dance programmes date from very recently, the circumstances could slow down the process for inquiry and communication to unfold within the sector. Paradoxically, it seems that the increasing number of courses being founded in the last few years opened up the space for discussing renovations in the traditional curriculum. Would there be a chance for implementing more up to date health modules in the programme? “The dancer is to some extend already a movement specialist, so by implementing dance medicine and science disciplines, their capacity to act upon their health and take ownership of their bodies would be expanded”, defends Dr. Bittar. Although there are changes taking place, at the moment health-related disciplines still encompass only a minor portion of the whole course. “Nationwide, programmes do not hold more than 5 credits dedicated to these subjects” affirms Dr. Aline Haas, an IADMS’ member who is Programme Leader of the BEd Dance at UFRGS, South Brazil.

                                                                                           

Taking a look at the overall picture, these members seem to agree that it is our task to nourish the field in order for it to thrive. If today in Brazil the intersection of dance and health is unsettled, I wonder how they could walk together, side by side. This inquiry motivated me to connect IADMS members in Brazil and to open up a space for integration and sharing to occur. After contacting them through the IADMS directory, we agreed to create a Facebook group to expand the possibilities of interaction. At the moment, we are about 30 people in the “Dance Science Brasil” group, connected through this network. 

 


In a country as big as Brazil, this initiative enabled me to gather information about some of the projects, aspirations and perspectives of the sector across the land through the eyes of our fellow IADMS members – which will be brought to you over this post series.

 

Despite the challenges involved in fostering an emerging field, it is very exciting to be at the source of future possibility – and have the chance to take part in it!

 

Watch out for the next instalment of Bridging Dance and Health in Brazil!

 

-          The Brazilian members of IADMS are:

            Adriano J. Bittar Sr

            Aline N. Haas

            Bárbara P. Marques

            Clara Fischer Gam

            Daisy M. Machado

            Flora M. Pitta

            Izabela L. Gavioli

            Kaanda N. Gontijo

            Marcia Leite

            Mariana G. Bahlis

 

 

Clara Fischer Gam, MS

MSc Dance Science

BEd Dance

Pilates Instructor

Rio de Janeiro – Brazil
clara.figa@gmail.com

www.clarafischergam.com

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Integrando Dança e Saúde no Brasil, Parte I: primeiros passos de um campo em ascensão

 

Em 2016, os olhos do mundo voltam-se para o Brasil - país que vai acolher os Jogos Olímpicos neste ano. Inspirados por essa atmosfera vibrante, hoje começamos uma série de postagens sobre as oportunidades e desafios da Dança e Saúde no Brasil – considerando os pontos de vista dos nossos membros brasileiros!

 

Eu também sou brasileira e recentemente retornei ao país, após um período de um ano e meio vivendo no Reino Unido. Por lá, pude experienciar a Ciência da Dança enquanto cursava meu mestrado na faculdade Trinity Laban Conservatoire, onde tive a chance de conectar-me à esta comunidade. Cheguei de volta com a intenção clara de compreender o campo no Brasil e a vontade pulsante de contribuir. 

 

Se a Medicina e Ciência da Dança está em seus estágios iniciais acima dos trópicos, não é de se surpreender que por aqui os brasileiros ainda estão construindo o campo. No país, temos cerca de uma dúzia de membros do IADMS. Fazem parte desse grupo bailarinos, pesquisadores, professores de dança, médicos, educadores físicos e fisioterapeutas espalhados por todo o país. 

 

Embora trabalhos muito interessantes venham sendo publicados ao longo dos anos, a quantidade de pesquisas desenvolvidas na área da Medicina e Ciência da Dança ainda é reduzida nessas terras: "Buscando por referências dentro do tema ‘Dança’, contabilizei que menos de 5% dos estudos encontrados se relacionavam com a Medicina da Dança", comenta Dr. Izabela Lucchese Gavioli, membro do IADMS, baseada em Porto Alegre, reumatologista, coreógrafa, professora de Dança na UFRGS e especialista em medicina esportiva. 

 

"Infelizmente, existem poucas pesquisas sobre prevenção de lesões e aprimoramento da performance", afirma outro membro brasileiro, Bárbara Pessali Marques, bailarina e educadora física, fundadora do ‘Bastidores Centro de Treinamento’ especializado em cuidar de bailarinos, na cidade de Belo Horizonte. Como eu, Bárbara sentiu a necessidade de sair do país para expandir seu conhecimento do campo. Nesse momento, ela está desenvolvendo a pesquisa de doutorado na Manchester Metropolitan University e espera em breve trazer de volta para casa todo o aprendizado adquirido com a experiência no Reino Unido. 

 

Por estarmos criando um campo ainda em seus primórdios, enfrentamos muitos desafios para alcançar legitimidade e aceitação: "Dentro dos departamentos de Dança das universidades, o mesmo debate persiste quanto a se a Dança deveria ser acoplada a outros departamentos, como Fisioterapia ou Educação Física", afirma nosso membro do IADMS Adriano Bittar, bailarino, fisioterapeuta na Quasar Cia de Dança e professor na UEG, em Goiânia. "Não há dúvida de que a Dança deve ter um departamento autônomo, e continuar a ser um campo em si mesmo. Mas eu sinto que estes conflitos antiquados acabam diminuindo a interação com outras áreas e, principalmente, suprimindo discussões importantes como a saúde do bailarino". Também é possível encontrar resistência em outras partes do setor de Dança, Dra. Gavioli sugere: "É uma questão de ideologias conflitantes; as pessoas tendem a pensar sobre a Ciência da Dança como áspera e dura, o que rotula pejorativamente um conhecimento que pode ser extremamente útil para o profissional de Dança". 

 

Sabemos que questões deste tipo circundam a Ciência e Medicina da Dança no mundo todo. No entanto, em um país onde a maioria dos programas acadêmicos de Dança datam de pouco tempo, as circunstâncias poderiam retardar o processo de investigação e o desenvolvimento da comunicação dentro do setor. Paradoxalmente, o número crescente de cursos universitários sendo criados nos últimos anos parece estar abrindo espaço para a discussão sobre reformas no currículo tradicional. Sendo assim, será que haveria oportunidade para a implementação de módulos mais atualizados sobre saúde do bailarino nos programas? "De certa maneira o bailarino já é um especialista do movimento. Portanto, com a implementação de disciplinas de Ciência e Medicina da Dança, a sua capacidade de agir pela sua saúde e se apropriar de seu corpo seria ampliada", defende Dr. Bittar. Apesar do progresso quanto a essas mudanças estruturais,  o número de disciplinas relacionadas à saúde ainda compõe uma pequena parte do currículo: "Em nível nacional, os programas não contém mais de cinco créditos dedicados a estes assuntos", afirma Dr. Aline Haas, gaúcha, membro do IADMS e professora de Dança na UFRGS. 

 

Observando o quadro geral, esses membros parecem concordar que temos a tarefa de nutrir o campo para que este possa prosperar. Se hoje no Brasil a intersecção entre Dança e Saúde é instável, eu me pergunto como elas poderiam caminhar juntas, lado a lado. Essa pergunta motivou-me a conectar os membros da IADMS no Brasil e abrir um espaço para a integração e troca ocorrer. Após entar em contato com eles através do diretório da IADMS, sugeri a criação de um grupo no Facebook para expandir as possibilidades de interação. No momento, somos cerca de 90 pessoas no grupo "Dance Science Brasil", conectados através dessa rede.

 

Em um país tão grande como o Brasil, essa iniciativa possibilitou a mim reunir informações sobre alguns dos projetos, aspirações e perspectivas do setor ao longo do território, através dos olhos de nossos membros da IADMS - que serão apresentados aqui para você nessa série de postagens.  Apesar dos desafios envolvidos na promoção de um campo emergente, é muito emocionante ver à frente o surgimento de múltiplas possibilidades - e ter a oportunidade de fazer parte desse processo! 

 

Fique ligado, em breve estará no ar a próxima edição do “Integrando Dança e Saúde no Brasil”! 

 

- Junte-se a nós no Grupo “Dance Science Brasil”!

 

 

- São membros brasileiros do IADMS:

Adriano J. Bittar

Aline N. Haas           

Bárbara P. Marques           

Clara Fischer Gam 

Cláudia Daronch        

Daisy M. Machado           

Flora M. Pitta           

Izabela L. Gavioli            

Kaanda N. Gontijo           

Marcia Leite           

Mariana G. Bahlis   

 

Clara Fischer Gam, Mestre Ciência da Dança

Licenciada em Dança

Administradora do grupo Dance Science Brasil

Co-fundadora do Corpos Aptos, Gestos Livres

Rio de Janeiro – Brazil


 

Tags:  Brazil  education in motion  research  teachers  translation 

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IADMS Education in Motion: A member reports on a Pre-Pointe Education Workshop in New Zealand

Posted By Esther Juon Veitch, Tuesday, May 19, 2015
 

IADMS is an international organization, and our reach is truly international.  In addition to annual conferences and regional workshops, our members are taking the information from dance medicine and science to the most important venues—private studios in small towns, where the application of the information can make a difference for the young dancers and their teachers.  This report from Esther Juon describes such an event.

 

I have recently come back from a five day trip to Aratapu a small place consisting of a hotel and a dance school and a few houses 10 km from Dargaville in provincial New Zealand.

To cover this full day workshop, followed by assessments and fittings, most of the 8 students attending the workshop held a fundraiser. By selling homemade cupcakes and raffle tickets in their town, they raised enough money to pay for the course and the assessments.


 

I had been invited to present a six hour Foot & Pointe Shoe Workshop, followed by fittings of pointe or demi-pointe shoes the next day.  These dancers are in three different classes, the equivalent of BBO (British Ballet Organisation) or RAD Grade 5, Intermediate Foundation and Intermediate.

After settling into the local hotel I met up with the ballet teacher that evening and took her through our PowerPoint presentation and the relevant articles from the IADMS Bulletin for Teachers and Dancers.

I was able to cover the new material and explain the importance of the approaches I was going to use in the workshop. 


We began the morning with an interactive PowerPoint presentation, covering the anatomy of the foot and how that relates to ballet. We also explored what the requirements are for a dancer to be ready for pointe and how the foot should be supported in a pointe shoe (resource here).

The second part of the workshop included working with the dancers on the personal commitment required to safely get ready for pointe work. This includes being technically, mentally, and physically ready to go on pointe. I took the dancers through a series of exercises & stretches that should to be done on a daily basis in order to prepare for pointe work.

Day two was spent working with the dancers individually (2 hours each) and preparing a 5-6 page report, with photos, for each of them to refer to once I was gone. The teacher filled in a pre-prepared form & took notes about each student, while I worked with them. I took photos of what the dancer does currently and noted any improvements she could make. This way the teacher could see why a dancer had certain problems with movements or steps and was involved in changing the way the dancer worked and moved. The report was edited later on, photos added & emailed to the teacher, dancer, and parent. They now have a document to work from until I see them again. At that stage new photos will be taken so we can document the progress each dancer has made.

The teacher has since decided to revisit everything learned and shared in the course and is addressing the personal corrections for each student so progress can happen quite quickly. I look forward to going back to visit them and fundraising for my next trip has already started.

Working with the resources from IADMS I am hoping to reach out to many more teachers to provide them with information to help them prepare their students for pointe work. It is imperative that each dancer goes through her adolescent growth spurt before starting pointe work. In my opinion this is the most important consideration to make for the well-being of the dancer.

 

Esther Juon Veitch:  BBO RTS Dip CID. Member of IADMS Education Board.


   IADMS series one posters are a perfect resource for this topic as they cover the Adolescent Growth Spurt, Pointe Readiness and Proprioception. To order this set, and other IADMS posters, click here


Tags:  education in motion  pointe  teachers 

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